ATENDIMENTO EM UBS (UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE)
Protocolo #VS-2026-83223
- Status
- Aberta
- Categoria
- Saúde
- Bairro
- Jardim São Guilherme
- Local
- Rua Belmiro Moreira Soares, 1100, Jardim São Guilherme, Sorocaba - SP, CEP 18074-
- Aberta em
- 22 de outubro de 2026
- Atualizada em
- 22 de outubro de 2026
Descrição
Levei meu filho à unidade porque ele apresentava *dor de garganta, tosse e histórico de febre*, sendo que a febre estava diminuindo após a administração de dipirona em casa Inicialmente, meu filho passou pela triagem e, posteriormente, foi encaminhado para atendimento médico Durante o primeiro atendimento médico, relatei ao profissional os sintomas apresentados pelo meu filho. Entretanto, *segundo o que presenciei, o médico não realizou qualquer exame físico ou avaliação clínica aparente em meu filho*. Após ouvir os sintomas, informou que iria prescrever dipirona injetável. Expliquei ao médico que meu filho possui *crises de ansiedade relacionadas a injeções* e, por esse motivo, perguntei educadamente se seria possível utilizar a medicação por via oral em casa. Nesse momento, o médico se levantou da mesa, *rasgou a receita que ainda sequer havia me entregado* e passou a se dirigir a mim de maneira extremamente agressiva. Entre as frases proferidas, conforme consta em gravação de áudio que possuo, o médico afirmou: *“ se o moleque tiver convulsão porque está com febre, o problema é seu, não me venha falar MERDA como o povinho desse bairro costuma fazer.”* A situação ocorreu *na presença do meu filho*, o que considero especialmente grave e inadequado para um ambiente de atendimento de saúde. Diante da situação, informei ao médico que considerava inadequada a forma como estava falando comigo e, principalmente, o uso de palavras de baixo calão na frente do meu filho Após isso, o médico *se recusou a prosseguir com o atendimento*, conforme também consta no áudio que possuo Solicitei que ele me informasse seu nome. Nesse momento, ele *cobriu a identificação que estava em seu jaleco*, não permitindo que eu identificasse o profissional, e determinou que eu me retirasse da sala. Saí da sala de forma tranquila e procurei inicialmente a equipe da triagem para perguntar o nome do médico que havia realizado o atendimento. Fui informada de que não saberiam me informar. Posteriormente, procurei a recepção e fiz a mesma solicitação. Fui informada de que deveria procurar um responsável pela unidade e que, naquele momento, não havia responsável disponível, sendo orientada a procurar a administração localizada na unidade do Laranjeiras para obter a identificação do profissional Diante da situação, entrei em contato com a *Guarda Municipal via telefone*, buscando orientação, pois meu objetivo não era criar qualquer conflito, mas simplesmente garantir que meu filho recebesse atendimento médico adequado Fui orientada a solicitar que meu filho fosse atendido por outro médico Retornei então à UBS e solicitei um novo atendimento. Meu filho passou novamente pela triagem e foi posteriormente atendido por *outro médico*. Nesse segundo atendimento, o médico realizou a avaliação e informou que meu filho estava naquele momento com *37°C de temperatura* e, conforme a avaliação realizada por ele, *não havia necessidade de administrar dipirona*, tratando-se, segundo sua avaliação, de um quadro inicial. O profissional então prescreveu os medicamentos que considerou necessários para o tratamento do meu filho Após o segundo atendimento, solicitei à recepção uma *cópia do prontuário, comprovante de atendimento ou qualquer documento que comprovasse os atendimentos realizados naquela unidade*. Novamente fui orientada a procurar uma responsável. Ao solicitar o documento à pessoa indicada como responsável, fui informada de que ela *não seria responsável pela UBS e que não havia responsável pela unidade naquele momento*. Solicitei então orientação sobre como obter o registro do atendimento, porém fui informada de que deveria me retirar da unidade, sob a alegação de que, caso contrário, seria chamada a polícia. Diante da situação, acionei novamente a *Guarda Municipal*. Foi registrada a ocorrência sob o protocolo: area restrita Os agentes da Guarda Municipal foram até a uns e conversaram com a enfermeira-chefe da unidade, que teria informado a eles a mesma situação referente à ausência de um responsável naquele momento. Fui então orientada pelos agentes a comparecer à unidade do *Laranjeiras* para solicitar o protocolo de atendimento e/ou prontuário, providência que pretendo realizar Diante de todo o ocorrido, solicito formalmente à Ouvidoria: 1. A *apuração da conduta do profissional*, especialmente em relação à forma como se dirigiu a mim, ao uso de palavras ofensivas na presença do meu filho e à recusa em prosseguir com o atendimento; conforme conta no áudio em que gravei 2. A apuração da alegação de que o profissional *ocultou sua identificação*, impedindo que eu soubesse seu nome quando solicitado 3. A apuração da circunstância de o primeiro atendimento ter ocorrido, conforme presenciei, *sem que tivesse sido realizado exame físico aparente no meu filho*, bem como a indicação inicial de medicação injetável; 4. A análise e comparação dos registros dos *dois atendimentos realizados na mesma unidade*, incluindo triagem, prontuários, prescrições e demais registros existentes; 5. O fornecimento de *cópia integral dos registros/prontuários referentes aos atendimentos do meu filho realizados naquela data*, respeitados os procedimentos legais aplicáveis; 6. A verificação do registro relacionado à atuação da *Guarda Municipal, protocolo area restrita7. A identificação dos profissionais que estavam responsáveis pela unidade e pela recepção durante o ocorrido, para que seja possível esclarecer as informações que me foram fornecidas; 8. Que seja informado formalmente *qual foi a conduta adotada pela Secretaria Municipal de Saúde após a apuração dos fatos*. Ressalto que meu objetivo principal durante todo o ocorrido foi *garantir atendimento adequado ao meu filho e resolver a situação de maneira tranquila*, tanto que, mesmo após o primeiro episódio, retornei à unidade e solicitei que ele fosse atendido por outro médico, evitando qualquer confronto. Possuo *gravação em áudio do primeiro atendimento e áudio da enfermeira que se recusou a entregar o prontuário alegando que não existe responsável no local*, na qual, segundo meu entendimento, é possível verificar parte da conduta e das falas ocorridas durante a situação, e estou disposta a disponibilizá-la para a apuração. Assunto oficial: ATENDIMENTO EM UBS (UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE) Protocolo Portal 156: 15[removido] Status no portal: Nova Abertura: 22/10/2026 09:22 Fonte: https://portal156.sorocaba.sp.gov.br/portal156/detalhe-minha-solicitacao/15[removido]/
